26 julho 2014

"She's blond, she's thin, and she says wow a lot."


Quanto tempo que eu não falava de séries, não é?

Eu sou uma viciada em todo tipo de seriado, seja drama, comédia, ou até mesmo seriado infantil, aqueles que passam no Disney Channel, sabe?

O seriado do qual eu estou comentando não agora é daqueles que não se é permitido passar no Disney Channel, muito menos passar na televisão antes da meia-noite.

Skins é um seriado originalmente britânico (existe a versão americana também, mas digamos que a versão americana é meio High School Musical brasileiro, ou seja, horroroso) lançado no ano de 2007 e criado pelo pai e filho Bryan Elsley e Jamie Brittain para a Company Pictures.

A série é um drama adolescente que se passa na cidade de Bristol, sudoeste da Inglaterra, que acompanha um grupo de adolescentes que cursam os dois últimos anos do Ensino Médio, abordando temas polêmicos (eles não abordam sobre mamilos, mas convenhamos que mamilos são polêmicos. Nossa que trocadilho horroroso) como famílias disfuncionais, transtorno mental (tais como disfunções alimentares), sexualidade na adolescência, homossexualidade, abuso de drogas e morte.

São sete temporadas e três gerações. É impossível decidir qual é a minha geração favorita, pois cada uma é especial para mim do seu jeito, mas meus personagens favoritos são definitivamente o Sid, a Cassie, o Jamie (Cook! Sim seu nome é o mesmo que o do guitarrista do Arctic Monkeys) e o Rich.

O motivo de eu mais ter amado a série, é que eu sempre fui muito interessada em saber como é a vida desse tipo de pessoa, como que é ter um familiar com uma doença mental, o que leva alguém às drogas, o que faz ter uma pessoa ter vontade de cometer suicídio e coisas similares. Sim, eu sou particularmente estranha, mas é legal ter curiosidade, pelo menos eu acho divertido!

É uma das minhas séries favoritas, juntamente com Teen Wolf e Sherlock, e eu totalmente recomendo que vocês assistam! Depois digam-me o que vocês acharam nos comentários.


Com amor, Lorenza.

24 julho 2014

alone of the day


Quanto tempo que eu não falo sobre musica? Muito. E eu estava enrolando pra postar esse alone of the day porque eu realmente não queria tirar do topo o texto da Lorenza, que voltou ao meu mundo depois de muito tempo e postou um texto na qual eu quis bater nela porque eu achei muito bom mesmo. Enfim, tinha várias coisas que eu queria dizer mas eu esqueci tudo. Triste, trágico, mas verdade. Aliás, eu estou de férias o que é muito bom porque eu amo as férias com todas minhas forças. Significa dormir tarde & acordar tarde, dupla perfeita. E muitas séries e filmes, porque confesso não estou lendo muito. Esse ano anda sendo horrível como leitora, mas vamos superar. De qualquer forma, o alone of the day de hoje é Lana Del Rey porque eu ando ouvindo muito ela e eu queria colocar todas as musicas dela, em especial Brooklyn Baby, Ultraviolence e Diet Mountain Dew mas acabei optando por Dark Paradise por motivos que só a bibiana conhece. Aproveitem a musica babys e é isso. 

                               
                                  

19 julho 2014

A vida é um teatro que não permite ensaios.


Olá, vocês se lembram de mim?
Bem, espero que sim. Pois eu senti muita saudade de vocês!

Eu sou a Lorenza, para quem não se lembra, e a última vez que escrevi aqui foi em março, eu acho, então já faz um tempo hahaha. Desisti completamente do meu blog e descobri que não gosto e não consigo arrumar layouts e coisas do tipo, eu gosto mesmo de escrever.

Esse tempo parada me deu a oportunidade de me conhecer mais, e acho que todos nós passamos por momentos como esse do qual eu passei, para amadurecer como pessoa e melhorar cada vez mais, não?

Eu finalmente consegui descobrir do que eu gosto e do que eu não gosto, do que me faz bem e do que me faz mal. E que eu sou muito diferente do que eu pensava.

Ainda não me sinto segura o suficiente para compartilhar meus mais profundos medos aqui, mas durante as próximas semanas eu juro que consigo, eu juro. Mas lhe direi uma coisa: descobri que sou confusa, que gosto de algo em um dia e não gosto da mesma coisa no outro; que eu sou egoísta e ciumenta, e mais insegura do que aparento ser; que tenho medo de tudo mas finjo que tudo está sempre certo, sempre ótimo. E aprendi também que sentir isso é normal, e que é bom.

"Nossa, sério que é bom?" Sim.

Pode aparentar não ser nada bom quando você olha para aquelas modelos de pernas finas, roupas caras e maquiagem impecável, vai se olhar no espelho e tudo que você vê é uma garota com a maquiagem borrada, com alguns quilinhos a mais e um pijama velho, que tenta tudo e parece que não consegue nada.

Pensa em parar de comer, mas comer é tão bom. Pensa em ir pra academia, mas não gosta de esportes. Tenta chorar pra ver se junto com as lágrimas sai a raiva e o medo de nunca conseguir ser tão boa quanto aquela pessoa aparentemente perfeita que você viu na capa de uma revista.

Já aconteceu isso com você?

Eu consegui descobrir o que me faz me sentir bem comigo mesma, são coisas simples, como ouvir uma música chata pra caramba, porém animada, e pular na cama cantando junto (recomendo músicas como Wiggle e Talk Dirty); parar de colocar açúcar no chá ou no café e ficar com o gosto amargo na boca durante o dia inteiro; gravar videos cantando, por mais desafinado que seja, e se ouvir cantar e rir com a própria voz; conversar com os seus pais sobre coisas que eles sentiam e/ou faziam quando eram menores, e descobrir que você é muito parecida com eles mesmo não querendo;  tentar fazer uma dieta e trocar um café da manhã gorduroso por uma tarde no shopping comprando algumas peças de roupas.

Eu juro que funciona, e que você é sim especial, e linda também, e que mesmo sendo clichê, a frase "a vida é um teatro que não permite ensaios" é a maior verdade, pois por mais que você queira, você não acertará sempre, então ria, chore, permita-se errar e aprender com isso, pois você é especial, e todos na sua volta sabem disso.

Lorenza | http://fulltime-madness.tumblr.com/